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Ir ou ficar: cismar sobre uma questão

Mira que anda uma a fugir de seghún que cousas e me chega á caixa do correio esta questão do Marcos.

Reagim para atopar os colectivos sociais e miro arredor protestas contra a visita do capo da seita, mobilizações e acções obreiras, campanhas de informação e denuncia, um espalhamento crecente de centros sociais, ocupados ou nom, seareiros e seareiras…bem, ja pasei o sobressalto, os colectivos e as pessoas andam máis ou menos no que andam sempre.

Tenhem menos atenção midiática, porque ja nom som uteis para o poder na desestabilização do governo inconvinte. Pero existem e máis gozam de boa saúde.

Bom agora que sabemos onde andam os colectivos sociais, podo analisar, sem matarme, o seu papel no periodo 2006/2009, pois todo o mundo concorda que o seu papel entre 2003 e 2005 foi levar ao governinho ao BNG e ao PsoE,  quem ficaron mui surprendidos e contentes.

Os “colectivos sociais” denunciaram a faléncia do bipartito para os interesses do electorado de esquerda.

Isto foi aproveitado polo PP que tirou rendemento da consequente abstenção electoral de essa esquerda.

No entanto o bipartito despreza as críticas que se lhe fam desde a esquerda e anda a procura de criar gordura a conta de electorado do PP, operações que logo se vem fracassadas.  Perdendo os votos dos cabreados e desprezados e sem acadar os votos dos rafascuiñas que seguem no PP, o bipartito suicida-se electoralmente.

Esse é único cargo contra dos “colectivos sociais”:  ser de esquerda e ejercer.

O futuro? Ah!: o futuro… acharom vocés qualquer rectificação? Pois ja sabem a resposta.

Cesta de natal

Andam os midia de direita moi excitados porque a Diputación de Toledo (Espanha) gasta fundos públicos em agasalhar aos seus empregados (dizem eles) ou aos gobernantes e amigos (dizem os outros).

O caso é que quem máis berra são os midia direitosos, acho que será por ser diputação do PsoE e os da esquerda ficam caladinhos.

É uma fotografía do tempo que toca:   misturem “espanha”, “político”, “miseria”, “paro”, “prensa” e “cesta de natal”…

Só nos falta que agora salte Baltar a dizer: As miñas son máis grandes!

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