Posts tagged: fascismo

França segue a criar ghettos

Após as deportações de pessoas europeas de pel escura empreendidas polo governo de Sarkozy, a em outra hora república francesa (liberdade, igualdade, fraternidade) é hoje outra cousa pendente de classificação.

Vejam a sentença do Constitucional que indica que as homossexuais não tenhem direito a casar, mas embora podem viver en concubinato ou mesmo chegar a formalizar parelha de facto.

Telefone de aludidos

Há que mirar para a Italia, definitivamente.

Haberá quem diga que isto é o cume da democracia. O facto de ter um presidente de um estado,  nom um presidentinho de qualquer autonomía espanhola , pendente da TV para seguir os espaços televisivos que falam dele e que, para máis,liga para a emisora para intervir en directo coma se fosse um aldrabão, a min se me fai repugnante, demencial, e aterrorizador. Votamos em um presidente para que faga isso? A resposta é “Sim!”

Terror.  E contra terror…

Acrescento uma prelecção de um interesante artigo em espanhol sobre o assunto, aínda que acho que sua proposição pacifista não é a melhor:

El nuevo autoritarismo no utiliza mascaradas con uniformes pardos o negros, liturgias delirantes, brazos en alto, oleadas de banderas y símbolos totémicos. Este autoritarismo controla medios de comunicación para desinformar, engañar, hipnotizar y manipular. Mentira y desfachatez son sus reglas para mantener ignorante, desorientada y adormecida a la ciudadanía y vaciar la democracia.

Este autoritarismo, camuflado de democracia disminuida (casi reducida a ritual electoral), se agudizó al inicio de la lucha contra el terrorismo a principios de siglo. Este autoritarismo ha sido y es violación de derechos cívicos y políticos. Pero hoy, la crisis ha dado alas y pretextos a los poderosos para asaltar también los derechos económicos y sociales. Y reducen o eliminan derechos laborales, disminuyen pensiones, recortan presupuestos de salud y educación públicas, hacen inalcanzable la vivienda, desahucian en masa a ciudadanos pobres…

Italia, Europa, Nós.

Uma interviu de interés ao professor que nos ilustra sobre o novo fascismo que vem. o totalitarismo berlusconiano é uma ditadura de facto de vigoroso fornecemento social.

Di o professor:  Não parece que Europa viva um momento espléndido. Crescem a xenofobia e o racismo, e a debilidade cultural de Itália se expande pelo continente. Trono e altar aliaram-se outra vez, agora de maneira diferente. Hoje assistimos à fusão entre o mercado, a fé e a política, que tratam de nos organizar a vida manipulando o direito. Em Itália, a corrupção não é que não seja perseguida, é que está protegida pela lei, como no escândalo da Protecção Civil: se derogaron a transparência e os controles ordinários para poder roubar melhor. Nos anos setenta as comissões eram de riso, e em todo caso tinha uma compostura, um respeito pela colectividade. Craxi foi devastador, uma mudança de época. Agora, a máxima é: “Se o faz Berlusconi, por que não o vou fazer eu?

E exténde-se: vejam esta singular, a cada anicada menos singular, sentenza da justiça alemá. E a maioría social torce a prol nom sei se por aborrecemento, por xenreira, por masoquismo ou por uma onda embrutecente.


E nós? Nós, a ser políticamente correctos cos brutos: eles a dar pancadas e nos a apertalos. É a cara B do fascismo que vem

leninismos, paz, guerra

Miraba daquela essa palavra do día que ten o priberam. Era simpatria, que nom simpatía, e umha das definiçôes era Coexistência de duas ou mais populações na mesma área geográfica. E marchou a cabessinha para a Galiza onde conviven basicamente dúas populaçôes na mesma área geográfica: fascistas e antifascistas, galegos e antigalegos, capitalistas parasitos e anticapitalistas trabalhadores… como en qualquer lugar. E daí foi a imaginaçâo a lenine e ao conceito do “estado” e a noçâo da guerra civil e da ditadura do proletariado.

Mas nom é tempo de confrontos: a (o)pressâo dos parasitos fascistas antigalegos ten de ser aínda máis forte para que os trabalhadores galegos antifascistas parem de sorrir e procurar conciliaçâo e conforto na bota que os pisa

Foi a ditadura de Franco un fascismo

Umha máis que interesante dissertação sobre o  carácter político e ideológico da ditadura do generalinho Franco. Moito precisa para comprender o devalo do regime e a pervivencia do fascismo nacionalista católico na sociedade e na “democracia” espanhola.

Um parágrafo: En realidad. después de treinta años de Transición a lo que asistimos es a que, acabada la escenificación del olvido, entra con fuerza la visión revisionista de la historia. ¿Franco fascista? ¿Nazis en España? No, por favor, no…, el legado revisionista de la Guerra Fría pasa a ocupar su lugar y se denota como algo muy  práctico. Puede bastarnos con un ejemplo: el expresidente José María Aznar ha empleado en numerosas ocasiones  el apelativo «fascista» como algo negativo, asociado a crimen político, violencia, terror, prácticas antidemocráticas. La palabra forma parte de su actual credo cotidiano. Pero lejos de suponer esto una prueba de conciencia democrática, el uso y empleo del término por parte de la clase política conservadora española  es fruto tanto de la desmemoria como de las lecciones de factura neoconservadora procedentes del otro lado del Atlántico. Aznar ha olvidado conscientemente la imagen de su propio padre, Don Manuel Aznar, vestido con el uniforme del partido único, con su camisa azul y corbata negra, con su casaca blanca con las condecoraciones y toda la parafernalia simbólica de la letal variante hispana del fascismo. Las fototecas están ahí, no obstante, y son recuerdo notario del pasado.

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