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Um país lamentavel

Para uma vez não falo do meu. Falo do país vizinho. Essa Espanha redigida por um imbécil alcólico ao que pilham em todas. Esse país que, quando entra em falência, fía tuda resposta em demagogia e histeria belicista contra quem. Um país de consciente falsidade beata. Um país de ladrões e assassinos que acredita em ser o país de Deus. Um país necio, ignorante vocacional, brutal, machista que despreza tudo quanto está fora de súas fronteiras.

O estado argentino nacionaliza a sua empresa petroleira, ata ahora em maus duma multinacional criminosa, coma todas, e o estado espanhol (esse estado que ataca os interesses dos seus propos cidadãos) mostra o que é: o brazo político-militar dessa e doutras multinacionais em que a alta burguesía imperialista espanhola tem interesses.

Se fosse um estado democrático (proposta impossivel porque Espanha e Democracia são termos desiguais duma igualdade: axioma histórico) miraría que foi que se fez mal, como paliar os danos a súa gente e como encaminhar a situação no futuro.

Que cousa faz o estado do país lamentavel? Como não pode ir á guerra, ameaza com repressalias (alguma tão ridícula que dá nojo comentar) e vai pela Europa adiante, acadando coma sucessos declarações efectistas de seus sócios, que na sombra andam a procurar tirar vantagems da enésima falcatruada espanhola.

Que o estado vai por um lado e gente por outro é cousa sabida em meio mundo, mas não na Espanha. Alí a gente acredita maioritariamente nas babecadas de seu Estado. gabam o campechano Rei, de súpeto odiam a Argentina e vão dispostos a aguantar tudo tipo de vejações, mentres o Real Madrid ganhe qualquer cousa. Por isso é um país lamentavel e sem remedio…e agora que acho que maioría dos meus concidadãos são gallegos espanhois, também haberá que acreditar, uma volta máis que éste, meu país, também é lamentavel

Italia, Europa, Nós.

Uma interviu de interés ao professor que nos ilustra sobre o novo fascismo que vem. o totalitarismo berlusconiano é uma ditadura de facto de vigoroso fornecemento social.

Di o professor:  Não parece que Europa viva um momento espléndido. Crescem a xenofobia e o racismo, e a debilidade cultural de Itália se expande pelo continente. Trono e altar aliaram-se outra vez, agora de maneira diferente. Hoje assistimos à fusão entre o mercado, a fé e a política, que tratam de nos organizar a vida manipulando o direito. Em Itália, a corrupção não é que não seja perseguida, é que está protegida pela lei, como no escândalo da Protecção Civil: se derogaron a transparência e os controles ordinários para poder roubar melhor. Nos anos setenta as comissões eram de riso, e em todo caso tinha uma compostura, um respeito pela colectividade. Craxi foi devastador, uma mudança de época. Agora, a máxima é: “Se o faz Berlusconi, por que não o vou fazer eu?

E exténde-se: vejam esta singular, a cada anicada menos singular, sentenza da justiça alemá. E a maioría social torce a prol nom sei se por aborrecemento, por xenreira, por masoquismo ou por uma onda embrutecente.


E nós? Nós, a ser políticamente correctos cos brutos: eles a dar pancadas e nos a apertalos. É a cara B do fascismo que vem

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