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Y el plus en el salón!

Há anos um bom amigo pediume um euro, no meio de uma discusão quando eu acreditava no bipartito. “Mira, a cara não é a cruz, ves?. Semelham cousas diferentes…mas a moeda é a mesma”

A mediáticamente chamada esquerda em Europa  é a esquerda institucional. A esquerda que vive bem no capitalismo globalizado e no imperialismo e que nunca vai pór em questão a sua pervivencia e a sua defessa.

Cómpre saber que essa esquerda é a que nos pede periódicamente os votos co argumento de que se não acreditamos em ela, han vir os rancios da direita. Com certeza, se não houber uma direita tão disparatada, brutal e parafascista, fose Merkel ou Sarkozy, Berlusconi ou Aznar (perdão, Rajoy) ou Feijoo, se existise uma direita democrática, laica e, verdadeiramente, liberal; a esquerda não pintaría nada acó.

Existe a esquerda como é conhecida na altura, porque a direita é de esse modo.

Hoje miro na encrucilhada dous vieiros: por um transitar cara a alternativas anticapitalistas e antiimperialistas: logo comunistas (do comunismo como pensamento e praxis, não como logo), libertarias e soberanistas. Polo outro obedecer e submeterse acatando o orde “novo” e acreditar em que a cruz da moeda e máis bonita que a cara:  ir votar.

Com certeza polo segundo vieiro viviremos melhor, sem esses nojentos parafascistas a nos governar, em um respiravel ambiente de parias com carro e liberdade aparente…y el plus en el salón!

Ir ou ficar: cismar sobre uma questão

Mira que anda uma a fugir de seghún que cousas e me chega á caixa do correio esta questão do Marcos.

Reagim para atopar os colectivos sociais e miro arredor protestas contra a visita do capo da seita, mobilizações e acções obreiras, campanhas de informação e denuncia, um espalhamento crecente de centros sociais, ocupados ou nom, seareiros e seareiras…bem, ja pasei o sobressalto, os colectivos e as pessoas andam máis ou menos no que andam sempre.

Tenhem menos atenção midiática, porque ja nom som uteis para o poder na desestabilização do governo inconvinte. Pero existem e máis gozam de boa saúde.

Bom agora que sabemos onde andam os colectivos sociais, podo analisar, sem matarme, o seu papel no periodo 2006/2009, pois todo o mundo concorda que o seu papel entre 2003 e 2005 foi levar ao governinho ao BNG e ao PsoE,  quem ficaron mui surprendidos e contentes.

Os “colectivos sociais” denunciaram a faléncia do bipartito para os interesses do electorado de esquerda.

Isto foi aproveitado polo PP que tirou rendemento da consequente abstenção electoral de essa esquerda.

No entanto o bipartito despreza as críticas que se lhe fam desde a esquerda e anda a procura de criar gordura a conta de electorado do PP, operações que logo se vem fracassadas.  Perdendo os votos dos cabreados e desprezados e sem acadar os votos dos rafascuiñas que seguem no PP, o bipartito suicida-se electoralmente.

Esse é único cargo contra dos “colectivos sociais”:  ser de esquerda e ejercer.

O futuro? Ah!: o futuro… acharom vocés qualquer rectificação? Pois ja sabem a resposta.

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