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empresariado moderno espanhol

Mata

El Ministerio de Cultura contrata a una empresa por unas obras. La empresa subcontrata a otra para poner un ascensor. La del ascensor subcontrata una más para los servicios de limpieza. Y el lunes, a las once y cuarto de la mañana, en el Museo Nacional de Antropología, el ascensor aplasta a la empleada que había bajado a limpiar el foso. Medidas de seguridad: ninguna. Coordinación, prevención: ninguna. Precariedad: toda. La víctima se llamaba Dolores S.R. y tenía treinta y siete años.

Dolores

Quem é que somos?

O 27 de janeiro, día de greve geral na Galiza (disque), en Espanha se juntaban quem di que nos representa para fodernos máis. E nós, nom temos máis que dizer. Éche o que hai, que lhe imos fazer, e logo!

O assunto ese da idade de reforma (a.k.a. pensións) tem a mesma nai que as congelações de salarios, as perdas de dereitos, os prezos abusivos para os fornecedores e para os consumidores (sabían que na feira de Silheda da semana passada venderon un pucho por 3 euros?!). A nai é  a codicia e bom vivir de ums poucos que sabem como roubarnos.

Metam aos professores universiários em essa corda de banqueiros, políticos, comisionistas e intermediarios e assim pode que meca! caigham da burra de por que botamos o día a discutir que se anos de cotização, que se tempo trabalhado, que se cotas da seguridade social, que se planes de pensiones… tal qual imbéciles. O diz um sábio! O diz uma fonte solvente e titulada! O diz uma voz autorizada!. Mágoa que nom tivesen acerto esses “sabios”  solventes, titulados e autorizados para saber que vinhamos a rematar acó…ou SIM sabían?

Faça uma pregunta: Onde está o dinheiro? E feita essa pregunta mudem sua mentalidade fiscal e ponham a cotizar ás maquinas, para que seu rendemento vaia para máis recursos sociais e menos pazos e carros. É uma causa de justiça, porque essas máquinas, essas tecnologías forom criadas co dinheiro e pessoal finanzado por nos e explorado ja logo polo capital.

A historia é dos que figerom que todos generasemos plusvalías para manter o nivel de vida celestial de moitos. É hora que que o flujo de pluvalías gire 180º: crise? non há capital? onde estão os quartos?

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