Y el plus en el salón!

Há anos um bom amigo pediume um euro, no meio de uma discusão quando eu acreditava no bipartito. “Mira, a cara não é a cruz, ves?. Semelham cousas diferentes…mas a moeda é a mesma”

A mediáticamente chamada esquerda em Europa  é a esquerda institucional. A esquerda que vive bem no capitalismo globalizado e no imperialismo e que nunca vai pór em questão a sua pervivencia e a sua defessa.

Cómpre saber que essa esquerda é a que nos pede periódicamente os votos co argumento de que se não acreditamos em ela, han vir os rancios da direita. Com certeza, se não houber uma direita tão disparatada, brutal e parafascista, fose Merkel ou Sarkozy, Berlusconi ou Aznar (perdão, Rajoy) ou Feijoo, se existise uma direita democrática, laica e, verdadeiramente, liberal; a esquerda não pintaría nada acó.

Existe a esquerda como é conhecida na altura, porque a direita é de esse modo.

Hoje miro na encrucilhada dous vieiros: por um transitar cara a alternativas anticapitalistas e antiimperialistas: logo comunistas (do comunismo como pensamento e praxis, não como logo), libertarias e soberanistas. Polo outro obedecer e submeterse acatando o orde “novo” e acreditar em que a cruz da moeda e máis bonita que a cara:  ir votar.

Com certeza polo segundo vieiro viviremos melhor, sem esses nojentos parafascistas a nos governar, em um respiravel ambiente de parias com carro e liberdade aparente…y el plus en el salón!

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