França segue a criar ghettos

Após as deportações de pessoas europeas de pel escura empreendidas polo governo de Sarkozy, a em outra hora república francesa (liberdade, igualdade, fraternidade) é hoje outra cousa pendente de classificação.

Vejam a sentença do Constitucional que indica que as homossexuais não tenhem direito a casar, mas embora podem viver en concubinato ou mesmo chegar a formalizar parelha de facto.

Modos de ser

Á basca para lhe dar polo cu há que viola-la e ter conta de que após disso nom chegue a vingança.

Á catalá podem lhe dar polo cu, mas co cronómetro na mão e pagando muito preço.

A galega põe o cu, mete-a, move-sse, suga as impurezas no remate e pregunta se gozam antes de convidar para volver quando gustem

27 de janeiro

Telefone de aludidos

Há que mirar para a Italia, definitivamente.

Haberá quem diga que isto é o cume da democracia. O facto de ter um presidente de um estado,  nom um presidentinho de qualquer autonomía espanhola , pendente da TV para seguir os espaços televisivos que falam dele e que, para máis,liga para a emisora para intervir en directo coma se fosse um aldrabão, a min se me fai repugnante, demencial, e aterrorizador. Votamos em um presidente para que faga isso? A resposta é “Sim!”

Terror.  E contra terror…

Acrescento uma prelecção de um interesante artigo em espanhol sobre o assunto, aínda que acho que sua proposição pacifista não é a melhor:

El nuevo autoritarismo no utiliza mascaradas con uniformes pardos o negros, liturgias delirantes, brazos en alto, oleadas de banderas y símbolos totémicos. Este autoritarismo controla medios de comunicación para desinformar, engañar, hipnotizar y manipular. Mentira y desfachatez son sus reglas para mantener ignorante, desorientada y adormecida a la ciudadanía y vaciar la democracia.

Este autoritarismo, camuflado de democracia disminuida (casi reducida a ritual electoral), se agudizó al inicio de la lucha contra el terrorismo a principios de siglo. Este autoritarismo ha sido y es violación de derechos cívicos y políticos. Pero hoy, la crisis ha dado alas y pretextos a los poderosos para asaltar también los derechos económicos y sociales. Y reducen o eliminan derechos laborales, disminuyen pensiones, recortan presupuestos de salud y educación públicas, hacen inalcanzable la vivienda, desahucian en masa a ciudadanos pobres…

Ir ou ficar: cismar sobre uma questão

Mira que anda uma a fugir de seghún que cousas e me chega á caixa do correio esta questão do Marcos.

Reagim para atopar os colectivos sociais e miro arredor protestas contra a visita do capo da seita, mobilizações e acções obreiras, campanhas de informação e denuncia, um espalhamento crecente de centros sociais, ocupados ou nom, seareiros e seareiras…bem, ja pasei o sobressalto, os colectivos e as pessoas andam máis ou menos no que andam sempre.

Tenhem menos atenção midiática, porque ja nom som uteis para o poder na desestabilização do governo inconvinte. Pero existem e máis gozam de boa saúde.

Bom agora que sabemos onde andam os colectivos sociais, podo analisar, sem matarme, o seu papel no periodo 2006/2009, pois todo o mundo concorda que o seu papel entre 2003 e 2005 foi levar ao governinho ao BNG e ao PsoE,  quem ficaron mui surprendidos e contentes.

Os “colectivos sociais” denunciaram a faléncia do bipartito para os interesses do electorado de esquerda.

Isto foi aproveitado polo PP que tirou rendemento da consequente abstenção electoral de essa esquerda.

No entanto o bipartito despreza as críticas que se lhe fam desde a esquerda e anda a procura de criar gordura a conta de electorado do PP, operações que logo se vem fracassadas.  Perdendo os votos dos cabreados e desprezados e sem acadar os votos dos rafascuiñas que seguem no PP, o bipartito suicida-se electoralmente.

Esse é único cargo contra dos “colectivos sociais”:  ser de esquerda e ejercer.

O futuro? Ah!: o futuro… acharom vocés qualquer rectificação? Pois ja sabem a resposta.

Italia, Europa, Nós.

Uma interviu de interés ao professor que nos ilustra sobre o novo fascismo que vem. o totalitarismo berlusconiano é uma ditadura de facto de vigoroso fornecemento social.

Di o professor:  Não parece que Europa viva um momento espléndido. Crescem a xenofobia e o racismo, e a debilidade cultural de Itália se expande pelo continente. Trono e altar aliaram-se outra vez, agora de maneira diferente. Hoje assistimos à fusão entre o mercado, a fé e a política, que tratam de nos organizar a vida manipulando o direito. Em Itália, a corrupção não é que não seja perseguida, é que está protegida pela lei, como no escândalo da Protecção Civil: se derogaron a transparência e os controles ordinários para poder roubar melhor. Nos anos setenta as comissões eram de riso, e em todo caso tinha uma compostura, um respeito pela colectividade. Craxi foi devastador, uma mudança de época. Agora, a máxima é: “Se o faz Berlusconi, por que não o vou fazer eu?

E exténde-se: vejam esta singular, a cada anicada menos singular, sentenza da justiça alemá. E a maioría social torce a prol nom sei se por aborrecemento, por xenreira, por masoquismo ou por uma onda embrutecente.


E nós? Nós, a ser políticamente correctos cos brutos: eles a dar pancadas e nos a apertalos. É a cara B do fascismo que vem

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