Category: choiva

Um país lamentavel

Para uma vez não falo do meu. Falo do país vizinho. Essa Espanha redigida por um imbécil alcólico ao que pilham em todas. Esse país que, quando entra em falência, fía tuda resposta em demagogia e histeria belicista contra quem. Um país de consciente falsidade beata. Um país de ladrões e assassinos que acredita em ser o país de Deus. Um país necio, ignorante vocacional, brutal, machista que despreza tudo quanto está fora de súas fronteiras.

O estado argentino nacionaliza a sua empresa petroleira, ata ahora em maus duma multinacional criminosa, coma todas, e o estado espanhol (esse estado que ataca os interesses dos seus propos cidadãos) mostra o que é: o brazo político-militar dessa e doutras multinacionais em que a alta burguesía imperialista espanhola tem interesses.

Se fosse um estado democrático (proposta impossivel porque Espanha e Democracia são termos desiguais duma igualdade: axioma histórico) miraría que foi que se fez mal, como paliar os danos a súa gente e como encaminhar a situação no futuro.

Que cousa faz o estado do país lamentavel? Como não pode ir á guerra, ameaza com repressalias (alguma tão ridícula que dá nojo comentar) e vai pela Europa adiante, acadando coma sucessos declarações efectistas de seus sócios, que na sombra andam a procurar tirar vantagems da enésima falcatruada espanhola.

Que o estado vai por um lado e gente por outro é cousa sabida em meio mundo, mas não na Espanha. Alí a gente acredita maioritariamente nas babecadas de seu Estado. gabam o campechano Rei, de súpeto odiam a Argentina e vão dispostos a aguantar tudo tipo de vejações, mentres o Real Madrid ganhe qualquer cousa. Por isso é um país lamentavel e sem remedio…e agora que acho que maioría dos meus concidadãos são gallegos espanhois, também haberá que acreditar, uma volta máis que éste, meu país, também é lamentavel

Rematando a faena

Co galho dos lumes florestais de Ourense e aproveitando a sua onda, Feijoo acha que chegou o momento de rematar o extinto rural. Após décadas de destrucção do tecido agrogandeiro que levou aos moços á migração e aos velhotes ao acomodo da subvenção, primando o abandono e a florestação de terras agrarias; após o cuatrienio bipartito cheio de declarações floridas e de legislação moito fermosa, pero de ineficacia total na reversão do processo; após de todo isso, Feijoo (quem o manda) acha que há que rematar o choio:  perseguir e sancionar o abandono, que eles mesmos promoveram, para obrigar a malvender terras e montes (ja sabemos quem está em disposição de comprar e para qué).

O lume (que a Feijoo e a quem o manda pouco importa mentres não chegue a cabeçalho de prensa)  promovido por uma industria lucrativa e nada escrupulosa é a desculpa. A destrucção do país que nossos pais conheceram é o objetivo.

Celso Emilio, Castelao e Putifar

Lendo certo periodo menstrual

Olla meu irmáu honrado
o que acontez con Daniel:
os que o tiñan desterrado
agora falan ben del.

O palurdo de alma lerda,
o tendeiro desertor,
o vinculeiro de merda
disfrazado de señor.

O lurdo carca refrito,
o monifate de entroido,
o aprendiz de señorito,
marqués de quero e non poido.

O devoto de onanismo,
o feligrés de pesebre,
o tolleito de cinismo
o que dá gato por lebre.

O rateiro de peirao,
o refugallo incivil,
válense de Castelao
pra esconder a caste vil.

Escoita puto nefando,
criado na servidume
non pasará o contrabando
dise teu noxento estrume.

Grotesco escriba sandéu,
inxertado nun raposo,
Castelao nunca foi teu
porque Castelao é noso.

I anque a ti che importa un pito,
sabrás que é cousa sabida,
que estás incurso en delito
de apropiación indebida.

Celso Emilio Ferreiro en Cantigas de escarnio e maldecir.

Vía um excelente blog de cabeçal.

Que qué pinta aquí Putifar? Procurem, ho, que também vocês querem tudo feito

Ohhh?

Estes días há moitos revolucionarios acreditados olhando para as rúas coa mirada nublosa. Que é isto? O que é esta revolta? Como é que podem estar a mobilizar-se se nós non os chamamos?

Meu gato canta É o povo, pá!

Mentiras maçadoras

Mentres a nossa NATO bombardeia día sim, día não a residencia de Khadafi e os “centros de poder do regimen libio”  (mira ti que há centros de poder e residencias…por centos!) causando centenas de vítimas civís;  vimos de saber que no campo de concentração de Guantánamo ha ducias de pessoas inocentes…por sorte Obama, após tres anos de governo ja o pechou como prometera…né? Não é doado ja saber o que passa…as mentiras chovem sobre nos coma os urinados dos espanhois e dicimos que chove…e ja não sabemos que pensar

…porque o tío Tom era bo, não é?…

genocídios e esquecemento

Este de Libia, que aló para maio ja estará fora da agenda, vai dar em uma guerra longa e genocida que esmagará povos do Magreb sem que nós saibamos. Como esquecemos o genocídio em Bangladesh, aquel país do que cantaba o George Harrison, que passou quando muitos de vos não nacerades, como imos esquecendo o palestino para não falar de tudos esses povos do mundo que nem sabemos que existam.

O nosso pensamento, as nossas conversas…vam guíadas pola agenda dos poderosos. Falamos do que nos dizem nos midia que falemos…tudo quanto está máis alá fica fora da nossa visão.

NO-DO

En un domingo apacible en el que la única incidencia fue una fresca brisa polar, como corresponde a estas recias tierras del norte de España, se celebró la fiesta del cocido gallego en la simpática  villa pontevedresa de Lalín.

La jornada comenzaba con una visita al nuevo consistorio, donde el regidor ofició de cicerone ante autoridades y parte de los más de cien miembros de la Encomienda del Cocido. Después, y como mandan los cánones, imposición de capa -diseño del modisto Florentino- a los ocho nuevos comendadores: el escritor pontevedrés Xosé Neira Vilas; la sobrina de los Reyes María Zurita Borbón; la periodista, y pregonera, Mariló Montero; el empresario Fernández Tapias; el pediatra Ángel Suárez; la diseñadora Ángeles Guerra; el director de la Casa de Galicia en Madrid, José Ramón Ónega y el oncólogo José Manuel Pérez.

Con todo la estrella de la fiesta fue el conocido empresario y presidente del Real Madrid, don Florentino Pérez, que aprovechando la visita que su equipo realizó a la ciudad de La Coruña, no quiso perderse esta singular fiesta. También asistieron las autoridades locales y la máxima representación del Estado en la comunidad gallega: el presidente regional.

La comitiva, ya con las capas al viento, arrancaba en paseíllo triunfal y escoltados por la Banda de Gaitas de la Diputación hacia la feria, donde Feijóo, siempre con la pregonera y el alcalde, se detenía en varios puestos de ingredientes para cocido ubicados en el trayecto. “Pois levar non levaron nada, pero me preguntaron si os lacóns eran do país”, apuntaba uno de los dependientes de embutidos Nélida Castro tras atender al trío de honor, hablándonos en su cordial dialecto.

No faltaron a la cita  las comparsas oficiales que, con sus vistosos atuendos inspirados en los carnavales de las españolas Islas Canarias, desfilaron ante las autoridades. Tampoco dejaron de asistir gaiteros venidos de diversas aldeas para entonar  sus autóctonas melodias ancestrales.

Fue así como una vez más pudimos disfrutar de las singularidades y idiosincrasias de estas tierras entrañables y ahora les podemos mostrar la grandeza de las tierras y pueblos de España.

Nota: gran parte de este texto foi publicado nesta crónica de El Correo Gallego e é reponsabilidade e orgullo do seu autor. Eu apenas o reproduzo coa intencionalidade de ensalzar e encumbrar, así como de disimular amiña incompentencia en lengua. É o malo que ten falar dialecto.

Carvão Cabrão

Crianças, fume tóxico, lume, escravitude, miseria, morte são os componhentes das fotografías de Kevin Frayer para The Sacramento Bee

Desse modo tiram o carvão que remata em quem sabe onde. O carvão cabrão sim, mas é o nosso cabrão

A derradeira lecção de Lavoisier

Não vou descobrir agora quem foi o pai da química moderna como ciencia. Com ele também estavam no mundo paraquímicos, alquímicos, homeópatas e magufos variados, mas esses não eram ciencia.

O que me chamou a atenção foi o facto do processo judiciário e morte do homem. Uma outra mostra de como existem imbéciles no campo revolucionário cos mesmos sintomas que tenhem os imbéciles reaccionários tam conhecidos nossos: mesianicos, irracionais, categóricos, autoinvestidos.

O preocupante é que os imbéciles tendem para o governar tudo. O que é isto? Que aos fraternais, racionais, escépticos, racionalistas e humildes nos cortem a cabeça!. Ía colar uma série de fotos de imbéciles, mas acho que não estou para brincos.

Matei-a, porque era minha

Ja pode dizer o assassino italiano con fachenda. Qualquer perturbado ciumento fica livre de culpa. É a justiça que temos.

Próximamente acá.

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